Sindepat mostra em Brasília força dos parques e atrações no País

Conselho do Sindepat: Paulo Mentone, Renato Ferstenseifer, Roger Ely, Munir Calaça, Carolina Negri (diretora executiva), Murilo Pascoal (presidente) e Bruno Marques

A segunda edição do Sindepat Summit, evento que debate a indústria de parques temáticos, aquáticos e atrações no Brasil, ocorre até amanhã no complexo Brasil 21, na capital federal. O objetivo de levar o evento para Brasília (a primeira edição, em 2018, foi no Wet ‘n Wild, em São Paulo) é se aproximar ainda mais do Legislativo e do Executivo e mostrar às lideranças a força desse setor, seu crescimento, gargalos e desafios.

O setor de parques gera 100 mil empregos (15 mil diretos), recebe 30 milhões de visitantes por ano, investiu R$ 130 milhões em melhorias e atrações no ano passado e movimenta mais de R$ 3 bilhões por ano na economia. O Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat), fundado em 2003, conta com associados como o Alpen Park, Aquário de São Paulo, Barretos Country Terras Park, Beach Park, Beto Carrero World, Blue Park, Bondinho do Pão de Açúcar, Bontur Bondinhos Aéreos Aparecida, Hot Beach Olímpia, Hot Park, Grupo Cataratas (com atrações no Rio, Paraná e Pernambuco), Kidzania São Paulo, Magic City, Maurício de Sousa Produções, Mirabilândia, Na Praia, Novotel Itu Golf & Resort, Parque da Mônica, Playcenter Family, Snowland, Tauá Resorts, Trem do Corcovado, Unipraias Balneário Camboriú e Wet ‘n Wild São Paulo.

O Conselho de Administração 2018/2020 é formado por Murilo Pascoal, presidente (Beach Park), Rogério Siqueira (Beto Carrero World), Bruno Marques (Grupo Cataratas), Munir Calaça (Grupo Aviva), Roger Ely (Playcenter Family), Paulo Mentone (Snowland) e Renato Ferstenseifer (Alpen Park). O Conselho Fiscal tem Carlos Alberto Camargo (Novotel Itu), Evódio de Souza (Parque Unipraias) e Cyntia de Souza (Maurício de Sousa Produções). Carolina Negri é a diretora executiva.

AGENDA POLÍTICA

Entre os projetos e anseios políticos do setor de parques estão temas mais específicos, como a isenção definitiva de imposto de importação para equipamentos e a mudança de classificação do mesmo para bens de capital; e outros mais abrangentes e que tocam outros setores, como condições especiais de financiamento para o Turismo.

Questões como a regulação maior da fiscalização de segurança (algo que já é feito pelos parques e competências como o Corpo de Bombeiros e militares) são encaradas com reserva pelo Sindepat, pois um aumento de burocracia atrapalharia investimentos e melhorias, já que os associados do Sindepat já seguem padrões internacionais de segurança.

Em outras questões, como a que confirma a meia entrada em parques e o acesso a idosos encontram rejeição por parte do Sindepat, que ainda trabalha na Câmara temas como as relações trabalhistas e o cuidado com o meio ambiente.

CASES

Durante o primeiro dia, empresas como Vekoma, WhiteWater, Beto Carrero World, Grupo Cataratas, Jeff Ellis, Proslide e Polin fizeram apresentações de seus cases. E o empresário Jim Pattison, CEO do grupo Ripley Entertainment, do Ripley’s Believe it or Not, do Canadá, fez uma palestra sobre a importância do entretenimento e do Turismo para as economias dos países.

Pattison falou o óbvio que precisa entrar na cabeça de alguns políticos brasileiros, como a importância do Turismo para a preservação cultural, proteção do meio ambiente, paz e segurança mundiais, geração de empregos, impacto econômico e desenvolvimento, mas também deu sua visão sobre o negócio de entretenimento e até sobre o Brasil.

Sobre nosso País, ele acredita que a mensagem (sobre o que somos e o que temos a oferecer) não está chegando lá fora. Ele se surpreendeu com a hospitalidade das pessoas, a infraestrutura, os números do turismo doméstico e ainda disse que a capital federal parece uma atração do “Acredite se Quiser”. E sobre o setor de entretenimento, resumiu que é vender tempo de qualidade para as pessoas se divertirem, em geral com amigos e a família.
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Postado por MARIO

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