Como identificar Fake News para não ser enganado na Internet; Especialista ensina

 (Foto Ilustrativa)
O Brasil vive uma “epidemia” de notícias falsas, as chamadas Fake News, que se tornaram uma das maiores preocupações do mundo digital na atualidade. Recentemente inúmeras pessoas no país deixaram de tomar a vacina contra a febre amarela e, outras que já haviam se vacinado, entraram em pânico após receberam falsas informações de que a vacina era perigosa e poderia causar reações adversas, mesmo daqui há dez anos. 

Nos últimos dias, o país enfrenta uma verdadeira batalha na internet com informações falsas sobre a morte da vereadora carioca Marielle Franco e do motorista dela Anderson Gomes. Essa propagação de notícias falsas leva alguns a considerar os nossos tempos atuais com a “era da pós-verdade”​. 

 A cada dia, usuários de sites e de redes sociais, como Facebook, Instagram, WhatsApp, Telegram e diversos outros vem sendo enganados pelas Fake News e são induzidos a tomarem decisões pouco aconselháveis por conta da desinformação. Para evitar cair nessa “armadinha”, é importante ficar atento e seguir algumas dicas de como identificar e se prevenir das Fake News. 

De acordo com o especialista em marketing e inteligência de mercado, Valter Rito, que dirige a empresa Ikonos Marketing Consulting, especializada em trabalho com redes sociais, um dos primeiros passos que ajuda a identificar se a notícia publicada em um determinado site da internet é falsa ou não é observar se o site é confiável. “Diversos sites de notícias republicam notícias que saíram em outros veículos e, muitas vezes, a notícia veiculada pode ser uma Fake News. Neste caso, é importante antes de aceitar como verdadeira uma notícia que foi republicada em um site, checar o site que originou a notícia”, alerta. 

Outra dica importante é ler a notícia completa e não apenas a chamada. Muitos usuários costumam compartilhar o link da matéria, simplesmente por conta da chamada. É bom saber que as chamadas no Facebook, por exemplo, podem ser facilmente editáveis por qualquer pessoa que estiver compartilhando um link. “Quanto mais sensacionalista for a notícias, maior deve ser o cuidado”, garante o especialista.

 Além disso, segundo o especialista, é sempre recomendável checar a URL do site. Muitas pessoas podem criar sites usando nomes falsos semelhantes ao nome de grandes portais de notícias como UOL, G1, Exame, entre outros. 

Na maioria dos casos, até a tipologia da fonte de letra utilizada é copiada pelos falsários mal-intencionados. “Recomendo sempre a pesquisar a mesma notícia no Google e verificar a data da postagem para checar a sua veracidade antes de compartilhar aquele link que você recebeu. 

O próprio Google oferece um aplicativo chamado Google Notícias que ajudar a conferir essas informações”, finaliza.
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Escrito por Equipe Redação

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