Ocupação hoteleira média em Alagoas chega a 87% para o Réveillon


Em regiões como a Costa dos Corais e o Alto Sertão, número supera a marca de 90% dos leitos ocupados

No Litoral Norte de Alagoas, índice de ocupação hoteleira para o Revéillon chega a 95%Fotos: Kaio Fragoso

Reza a lenda que passar a virada de ano em Alagoas dá sorte. Pelo visto, muita gente pretende espantar o azar para 2018. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis em Alagoas (ABIH/AL) revelam que a taxa de ocupação média no Estado para o Réveillon será de 87%. O número é maior que o ano passado, quando este índice era de 85% de leitos ocupados.

Este é o número médio entre todos os hotéis associados do Estado. Porém, há empreendimentos onde a ocupação chega a 100% na noite de Réveillon. Somente na região do Litoral Norte, por exemplo, a taxa de ocupação para data vai chegar a 95%, segundo levantamento do Costa dos Corais Conventions Visitours & Bureau, que tem 21 empreendimentos hoteleiros associados.

Já do outro do lado do Estado, no Sertão alagoano, na cidade de Piranhas, maior polo turístico do Alto do rio São Francisco, a perspectiva é que a ocupação chegue a 92% dos leitos disponíveis na cidade.

Para dar conta de todos esses turistas que visitam o Estado, a malha aérea precisa ser incrementada. Por isso, somente para noite de Réveillon cerca de 40 voos extras trazem brasileiros e estrangeiros, principalmente dos países do Mercosul, para iniciarem o ano novo em terras Alagoanas.


À frente da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito ressalta a importância das ações do Governo para expansão do turismo em Alagoas.

"Esses números são resultado de um intenso trabalho de fortalecimento da malha aérea, de promoção e divulgação do Destino e capacitação de agentes de viagens. Somente no Mercosul, nós capacitamos mais de 400 agentes nos últimos três meses. Todas essas ações nós realizamos durante o ano, visando o sucesso da alta temporada, e o Réveillon é um produto consolidado, com visibilidade internacional, graças também a competência da iniciativa privada", explica Rafael Brito.
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Escrito por Mario Pinho

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