Adeus à Rogéria

                                                  Rogéria (Foto: divulgação)
Astolfo Barroso Pinto, natural de Cantagalo, no norte fluminense (RJ) e nascido dia 25 de junho de 1943, e conhecido como Rogéria, a mais antiga transformista em atividade no Brasil,  morreu na noite de ontem (4), após ser internada num hospital da Barra da Tijuca (RJ), com infecção urinária. 
Rogéria havia sido internada no dia 13 de julho em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Clínica Pinheiro Machado, com quadro de infecção urinária, e entubada na tarde do dia seguinte ao ser constatada uma pneumonia e tinha apresentado melhora, chegando a receber alta.
Rogéria foi homenageada pela atriz e diretora Leandra Leal no documentário Divinas Divas, premiado no Festival do Rio do ano passado.

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Foto: Reprodução/ Internet
Em 2016, foi lançada sua biografia, Rogéria – uma Mulher e Mais um Pouco, de autoria de Márcio Paschoal.
E foi Paschoal que informou o quadro de saúde de Rogéria, que estava com 74 anos.  Segundo o biógrafo ela faleceu por volta das 22h15, no Hospital da Unimed-Rio, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Após ser internada com infecção urinária, a atriz teve uma crise convulsiva e foi vítima de choque séptico.
"No início de agosto, Rogéria deu entrada na UTI para tratar um quadro de sepse urinária. Ela chegou a ter alta no dia 25 do mês passado, mas voltou para o hospital após apresentar um quadro de piora. A atriz estava aguardando melhorar para poder fazer uma opeação nos rins, mas seu quadro se agravou, provocando problemas cardíacos e uma infecção generalizada", informou Paschoal. 
"Sou Rogéria, artista. Porque artista independente do sexo" (Rogéria(Astolfo Barroso Pinto (1943-2017).
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Escrito por Rogerio Almeida

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