Trabalho com apenados de Bananeiras concorre ao Prêmio Innovare


                                                          Foto: Ascom

O tema “Hortas Educativas na Emancipação Social de Sujeitos em Situação de Vulnerabilidade”,  desenvolvido na Comarca de Bananeiras, no brejo paraibano,   está concorrendo já na segunda etapa – ao 14º Prêmio Innovare, na categoria ‘Justiça e Cidadania’.

IO trabalho na área de Direitos Humanos, é voltado à ressocialização de apenados, a partir do cultivo de alimentos em Hortas Educativas.

A consultora Sônia Camila, do Instituto Data Folha, se encontra em Bananeiras para realizar, a chamada “Vistoria de Prática”, uma das exigências do Instituto Innovare.
A divulgação dos projetos vencedores será feita em dezembro.
“O projeto de Bananeiras está bem conceituado, haja vista que já passou pela primeira etapa, deixando para trás centenas de trabalhos”, comentou a consultora Sôniaa Camila.
Segundo o juiz Jailson Shizue, da Comarca de Bananeiras, a iniciativa é desenvolvida a partir de uma parceria entre o Poder Judiciário; o Estado, por meio do Sistema Penitenciário; e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Campus de Bananeiras, que desenvolve o projeto na prática, por meio dos alunos bolsistas do curso de Agroecologia.  
As hortas estão instaladas nos perímetros internos dos presídios e dos CRAS (Centro de Referência da Assistência Social) de Solânea e Bananeiras, e foram feitas com a utilização de garrafas PETs, material reciclável dos próprios ambientes, bem como compostos orgânicos para adubação.
A ação conta com a participação direta de quatro presidiários, do regime fechado, e um agente penitenciário, que receberam formação ligada aos conhecimentos teóricos e práticos sobre a agricultura, alimentação e reutilização de materiais.
Innovare – O Prêmio tem como objetivo identificar, divulgar e difundir práticas que contribuam para o aprimoramento da Justiça no Brasil.
Participam da Comissão Julgadora do Innovare ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), desembargadores, promotores, juízes, defensores, advogados e outros profissionais de destaque interessados em contribuir para o desenvolvimento do Poder Judiciário.
O Prêmio foi criado pelo Instituto Innovare, uma associação sem fins lucrativos que tem como objetivos principais e permanentes a identificação, premiação e divulgação de práticas do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública e de advogados que estejam contribuindo para a modernização, a democratização do acesso, a efetividade e a racionalização do Sistema Judicial Brasileiro.
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Escrito por Rogerio Almeida

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