Biometria facial nos ônibus



O fim da biometria digital, usada pelos transportes públicos, estão com os dias contados. Já está sendo substituída em diversas cidades do Brasil, pela biometria facial, ou seja, a leitura da face. A tecnologia chegou no país em 2013, mas ganhou força de um ano pra cá, facilita a vida de todos: combate as fraudes nas gratuidades e agiliza o embarque nos ônibus, evitando o atraso nas viagens provocando filas.

A biometria facial é mais simples que a digital. Com a nova tecnologia, é feita uma leitura da face, sem que o passageiro precise adotar qualquer procedimento, como faz na digital (passar o dedo várias vezes até que a leitura se confirme). "O usuário apenas aproxima o cartão eletrônico do validador, como faz hoje em dia, e olha para a câmera posicionada sobre esse equipamento. Em seguida, a catraca é liberada, sem necessidade de reconhecimento de digital, por exemplo", explica Harlem Barbosa, da Empresa 1, umas das que oferece a tecnologia no Brasil.


Caso o passageiro não seja o proprietário do cartão, mesmo assim a catraca é liberada. Mas, posteriormente, o sistema acusará a falha e, após investigação, o cartão é bloqueado.

Quando a migração da digital para a facial acontecer no coletivo do Grande Recife, o custo será apenas dos operadores. Nem o governo do Estador - gestor do sistema - nem os passageiros terão participação na despesa. O custo é exclusivo dos empresários de ônibus. Hoje, um investimento estimado em R$ 4 milhões.

Saiba as cidades brasileiras que já usam o sistema:

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Escrito por Equipe Redação

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